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Fotografias em casal: o segredo para um resultado invejável

Todas as relações sentimentais incluem momentos que merecem ser recordados. Isso implica que as fotografias estejam relativamente presentes em toda a história do casal, decorando o dia a dia com as vivências do passado. No entanto, há viagens, casamentos ou sessões onde o resultado é deveras decepcionante, bastante distante da realidade que queríamos que fosse retratada. O pior de tudo é que, em determinadas ocasiões, nem sequer temos consciência do desastre fotográfico que dali resultou. Por isso, a seguir, vamos analizar cinco questões essenciais para que o resultado seja, no mínimo, decente e assim possa sentir orgulho de mostrar as suas fotos em casal.

Foto vía Shutterstock: Littleaom

Desconhecidos

Há casais corajosos que levam o tripé às costas em todas as suas viagens, incentivados pelo medo de delegar o registo fotográfico dos belos momentos que esperam viver e dos locais que esperam conhecer àqueles desconhecidos que parecem nunca entenderem o que nós pretendemos, mesmo que falemos todos a mesma língua. Nós sabemos que os seus desejos não são assim tão complicados, mas eles simplesmente não os conseguem colocar em prática. O resultado é geralmente lamentável e a sua viagem a dois a Estrasburgo transforma-se numa mera recordação mental.

Por isso, se decidir confiar a sua câmara nas mãos de alguém para tirar a aquela foto no Central Park que sempre sonhou, recomendamos-lhe a pedi-lo a algum turista ou transeunte que tenha uma câmara reflex ao pescoço. Não quer dizer que, por vezes, este dispositivo não seja apenas um “acessório de estilo”, mas há sempre maiores probabilidades de acertar. Caso contrário, arrisca-se a que as fotos fiquem com demasiado chão por baixo dos pés, que lhe cortem a cabeça ou que se esqueçam do monumento que está por detrás, centrando-se apenas em vocês. E entretanto, os desconhecidos também se mexem e tremem a fotografia ou criam um desnível que não existe.

Não será condição sine qua non ter uma reflex para ser um bom fotógrafo, mas infelizmente pelas ruas do mundo inteiro a balança inclina-se para essa realidade, apesar das surpresas que poderão acontecer.

O tripé é sempre a melhor solução, pois poderá fazer tudo o que quiser, mas provavelmente será demasiado pesado para transportar de um lado para o outro. A solução: escolha alguém com um ar interessante, que lhe pareça que sabe o que está a fazer e que não pegue na câmara como se fosse um recém-nascido. Vai acabar por agradecer o cuidado!

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O que deve e não deve ser fotografado

Numa viagem, as fotos de noivos têm dois elementos importantes: o casal (ou um dos dois sozinhos) e o que interessa registar da cidade ou paisagem. E não estamos a falar de selfies!

O ideal é que o casal se coloque de lado e o edifício, a estátua, praça, etc. que se queira registar apareça em todo o seu esplendor, com os principais elementos à vista. Se na foto só ficar um dos elementos do casal, este deveria aparecer sem obstruir a visão da Cúpula de Brunelleschi (Florença), da Torre Eiffel (Paris) ou do Cristo do Corcovado do Rio de Janeiro. Por seu turno, se levarem tripé e ficarem os dois na fotografia, já deverão saber de antemão o que querem que saia na fotografia ou não. O bloco de edifícios ao lado, com andaimes ou a grua não será certamente o que pretendem registar nas vossas recordações. Assim como a excursão de octogenários que decide passar à frente nesse preciso momento. No entanto, a Sagrada Família de Barcelona, que está mesmo ali ao lado… claro que sim!

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Enquadramentos

excesso de chão ou de céu não são convenientes em nenhuma foto, a não ser que seja uma experiência artística e que o faça propositadamente, com cabeça. Mas se não percebe muito de fotografia e de todas as suas técnicas, essa saturação de asfalto será um tremendo erro e estará mais próximo do constrangimento do que da vanguarda. O ar de uma fotografia é o espaço que as pessoas e os elementos implicados necessitam para respirar. O excesso ou ausência do mesmo oferece um resultado paupérrimo, a atirar ao ridículo. Nas fotos com pessoas em diferentes perspectivas, o ar deve acompanhar os olhos do protagonista, quer dizer, será necessário deixar um certo espaço ao seu lado para prolongar o seu olhar.

Por outro lado, e apesar do casal ser importante, também será tudo o que está ao seu redor. Se querem ser os únicos protagonistas, reservem a foto para o sofá lá de casa e vendam os bilhetes de avião… Assim, não será necessário que fiquem sempre de corpo inteiro. Um corte, sempre e quando seja realizado por uma linha natural do corpo (joelhos, cotovelos, cintura…) nunca é demais para captar também o monumento que foram visitar. E lembre-o também ao senhor a quem confie a sua câmara em plena Gran Place de Bruxelas!

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Selfies

As selfies são uma moda com pontos positivos e negativos. Não estamos contra, pois uma foto rápida e informal é sempre uma boa recordação do vosso primeiro casamento juntos ou de uma quarta-feira à tarde em que decidiram fazer-se de tolos diante da câmara. Na verdade, somos fãs de qualquer acto de impudência frente a qualquer objectiva, com caras estranhas que reflictem a boa saúde da relação. Essas fotos, tão necessárias como um Big Mac ocasionalmente, devem realizar-se a partir de ângulos curiosos ou simples, mas controlando a perspectiva para evitar uma estranha mutação da cara, irreal em condições normais. Também recomendamos que evitem carregar no botão com cara de dúvida, como se estivessem a enfrentar uma missão impossível, a tentar abrir uma porta só com o poder da mente. É uma simples foto e devem sorrir, ou colocar uma cara de interesse, mas nunca de dúvida! E não falem enquanto tiram a foto. Acham que é o momento adequado para falar do tempo? Não!

Foto vía Shutterstock: Syda Productions

Selfie stick

Numa viagem, as selfies não devem ser exclusivas para o protagonismo do casal. Se é isso que procuram, vejam se não têm o Empire State Building atrás, sobrevivendo na vossa fotografia com a ponta da sua antena. Para evitar que as vossas caras saiam em primeiro plano, mostrando (ou inventando) muitos dos vossos defeitos, nós defendendos o bom uso do selfie stick – mas só o bom uso! Neste caso fica proibida a aparição do dito stick na foto. Sim, admita, quer que na recordação do seu safari no Uganda apareça um pedaço de metal na sua mão? Se aparecer, procure cortá-lo posteriormnete com um software de edição e procure também suprimir o braço o máximo possível, sem chegar a amputá-lo completamente. E quando tirar a fotografia, recomendamos-lhe que coloque o stick ligeiramente inclinado e não completamente na horizontal. Desta forma, quem sabe se não conseguirá dissimular originalmente esse braço!

Foto: Mascha Tace

Tome nota dos nossos conselhos e pratique as suas fotografias em casal. Decerto que poderá colocar em prática estas ideias nas vossas escapadelas românticas e, sobretudo, na vossa lua-de-mel, onde seguramente vão querer guardar centenas de fotografias da vossa viagem mais especial. Não esqueça: é o futuro das suas recordações visuais que está em jogo!

Foto via Shutterstock: casal sentado num bancoidade, turismo, Vector creative character,

Contacte as empresas mencionadas na reportagem:

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