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LAT: Conheça a nova forma de viver o casamento… O modelo de Frida Kahlo tem cada vez mais adeptos!

Nos Estados Unidos da América (EUA) e em alguns países da Europa, a tendência LAT (Living Apart Together – viver separados juntos) tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, nos últimos cinco anos. É uma forma de não deixar arrefecer a relação pelo hábito. Assim, sempre que o casal se vê desfruta com muito mais prazer a companhia do outro.

O LAT consiste num estilo de vida matrimonial em que o marido e a mulher vivem cada um na sua casa, tal como os mexicanos Frida Kahlo  e Diego Rivera ou os europeus Monica Bellucci e Vincent Cassel (já divorciados). Em Portugal, também temos casos de figuras públicas que adoptaram esse conceito. Fique para ler quem são e descubra os benefícios de se viver o casamento segundo este modelo. Afinal, Casar é muito melhor que ir só a viver juntos: descubra a prova científica aqui

Foto: Pedro VilelaSolicite informação sobre “Foto: Pedro Vilela”
Foto: Pedro Vilela

Frida Kahlo e Diego Rivera, percursores da LAT

Foi na América Latina que se conheceu o primeiro casal a deixar marcas como defensores desta forma de viver o casamento. A pintora Frida Kahlo e o muralista Diego Rivera tinham as suas duas casas apenas juntas por uma ponte. Tendo em conta que casaram em 1929, percebe-se que esta tendência já na altura era vista como uma boa opção.

Saltando para a Europa e para os dias de hoje, os actores Mónica Bellucci e Vincent Cassel são outros exemplos de seguidores deste modelo. O matrimónio durou 14 anos e, durante esse tempo, cada um vivia no seu país, ela em Itália e ele em Paris. Segundo a actriz, assim evitavam a rotina. Curiosamente, há poucos meses a também modelo comprou casa em Lisboa.

Em Portugal, temos o caso dos sociólogos António Barreto e Maria Filomena Mónica. Nunca quiseram abdicar do seu espaço nem da sua liberdade. Estão em consonância!

Foto: PS PhotographySolicite informação sobre “Foto: PS Photography”
Foto: PS Photography

O conceito

LAT é “uma forma de organização sexo-afectiva, monógama, do tipo estável e permanente, em que, por escolha e convicção do casal, não existe convivência, apesar de poder haver filhos em comum”, escreveu a Consultora de Género e Equidade, Esther Pineda. A especialista acrescenta que “embora alguns sectores a vejam como uma forma doentia de reforçar a individualidade e a intolerância perante os erros do companheiro, outros a interpretam como um relaxamento da estrutura social que propicia mais liberdade nas relações”.

É igualmente importante destacar que o facto de a mulher estar a conquistar cada vez mais um lugar de igualdade na sociedade (apesar de ainda ter de percorrer um grande caminho) e de independência económica contribui para que a tal individualidade, de que Pineda falava, e o respeito pelo espaço de cada um seja cada vez mais ponderado na hora de se viver um casamento.

Se por acaso já pensou em adoptar este modelo de convivência com o seu amor, mas ainda não teve coragem de lhe dizer, explique-lhe que existem grandes chances do amor sobreviver. Ora leia, Amor à distância: 9 dicas para que a relação sobreviva!

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Foto: Pedro Vilela

Sim, há vantagens

Em primeiro lugar, a liberdade de escolha. A capacidade de fazer frente à forma de vida de uma instituição tradicional já por si é uma vitória.

Se viver sob o mesmo tecto com alguém for para si mais uma imposição social do que uma opção, isso pode acabar por ser mais um problema do que uma solução na altura de construir uma vida a dois.

Decidir por este modelo pode ainda trazer benefícios àqueles que valorizam a sua privacidade e individualidade. Sabia que a chave para um relacionamento saudável pode estar no poder da sua mente? Se a perspectiva de casar a está a stressar, saiba que existem quatro técnicas de relaxamento.

Foto: Ludgi fotógrafosSolicite informação sobre “Foto: Ludgi fotógrafos”
Foto: Ludgi fotógrafos

Adeus aos convencionalismos

Quebrar esquemas não significa colocar em risco um relacionamento. Pelo contrário, significa apenas que quer viver de acordo com a sua natureza. E respeitar a natureza é sempre o melhor para ambas as partes. Mesmo que isso signifique “fugir” do convencional. Mesmo que isso queira dizer não compartilhar casa, não dividir despesas nem ter filhos. As necessidades de cada pessoa são únicas. E se forem respeitadas pelo cônjuge, livre de preconceitos, tem muito mais hipóteses de estar a viver um amor pleno, o que, por sua vez, contribui para uma maior realização pessoal. É natural que quem opte viver segundo o LAT tenha os pés bem assentes na terra, seja uma pessoa bem resolvida e consiga controlar os ciúmes. Agora, já não vale fazer cenas de ciúmes. Foi você que escolheu viver assim.

Foto: FunBoxSolicite informação sobre “Foto: FunBox”
Foto: FunBox

E você, o que acha deste modelo? Via-se a vivê-lo?

Contacte as empresas mencionadas na reportagem:

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