Quando o amor, por si só, não é suficiente: 10 coisas que todas as relações felizes precisam!

O amor é sempre a maior história. Mas, às vezes, por si só, não chega. É preciso que as duas pessoas se comprometam e se responsabilizem pela relação. É preciso que ambos estejam investidos. É, ao mesmo tempo, a coisa mais dura e mais fácil do mundo. Hoje dizemos-lhe então quais as 10 coisas que, para além do amor, são indispensáveis a qualquer relação feliz.

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1. Confiança

Controlar a pessoa que amamos não nos aproxima dela. Pelo contrário. É preciso confiar que somos a sua escolha, confiar que somos importantes, confiar no amor que nos dedicam (e que dedicamos de volta). Confiar, em suma, no amor que nos liga a essa pessoa. Isso significa não nos deixarmos vencer por preocupações que, quando infundadas e ilógicas, aos poucos corroem o amor.

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2. Amizade

Com certeza já ouviu dizer que as maiores histórias de amor nasceram das amizades. Verdade ou não, o facto é que a amizade e carinho que sentimos pela nossa cara-metade é a base de todo a relação que com ela mantemos.

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3. Compromisso

O sucesso de uma relação depende directamente do quanto as duas partes estão investidas nela. É preciso que a sua relação seja a sua prioridade, que aposte nela e que invista nela o seu tempo, a sua energia, o seu esforço. Assim, a sua cara-metade saberá que é importante na sua vida.

4. Comunicação

Falar é preciso. Ouvir é preciso. As relações mais felices são aquelas em que as duas partes deixam de lado receios e pudores e falam abertamente do que os preocupa e do que os motiva. A atitude passivo-agressiva de esperar que a outra pessoa saiba o que queremos (porque é obrigação dela saber) é meio caminho andado para desentendimentos e frustrações.

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5. Respeito

Porque não há amor sem respeito. Desejo, sim. Paixão, talvez. Mas amor? Amar implica respeitar a outra pessoa. Entendê-la e respeitá-la no que ela é. A sua verdade não é absoluta. A sua forma de ver o mundo também não. É preciso que respeite as diferenças tanto (ou mais) quanto respeita as semelhanças.

6. Aceitação

A sua cara-metade não é perfeita. Está cheia de pequenas (e deliciosas) imperfeições. Vai ter defeitos que a incomodarão e vícios que a deixarão ansiosa. Faz parte. É preciso que aceite a pessoa no seu todo. Se há alguma característica na outra pessoa com a qual não se imagina a conviver (e que dificilmente aceitará, mesmo que diga o contrário), o mais provável é que relação esteja ‘condenada’ e que, mais cedo ou mais tarde, termine. Mas não sem antes uma boa dose de frustração!

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7. Admiração

Amar alguém que admiramos é a maior sorte de todas. A admiração que sentimos em relação à pessoa amada é o sentimento que nos impulsiona a planear uma vida a dois, a querer fazer parte da vida dessa pessoa e a ter orgulho de a ter na nossa.

8. Fidelidade

Sim, o conceito do que constitui infidelidade varia de casal para casal. O importante é que ambos respeitem as ‘regras’. Fidelidade não é mais do que respeito pela pessoa que concordámos em tornar uma prioridade na nossa vida. Se tiver dúvidas acerca do seu próprio comportamento, basta que pense «se fosse comigo, como é que eu reagiria?».

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9. Perdão

A sua cara-metade vai falhar. Não sempre, mas às vezes. Vai desiludi-la, ter atitudes que a entristecem, até será capaz de a deixar furiosa. E se fizer, é preciso que saiba dar o seu perdão quando ele for pedido (e merecido). Livre-se de ressentimentos e perdoe. Assim sentirá a verdadeira extensão do amor, que tantas vezes nos leva a pôr os sentimentos de alguém acima dos nossos.

10. Experiências comuns

Quando amamos alguém queremos fazer parte da sua vida e queremos que essa pessoa faça parte da nossa. Partilhar experiências e gostos é uma forma de envolver alguém no nosso mundo. As actividades a dois são, por isso, fundamentais, quer sejam aventuras únicas ou coisas mundanas do dia-a-dia.

Parece simples. E é!

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