Preto e Prata: um portefólio único e personalizado a dois estilos de "cliques"

O casamento representa um dos marcos mais importantes na vida de uma pessoa. As mulheres sonham com o momento em que caminham para o altar, com o seu belo vestido de noiva, e os homens com o instante em que recebem a sua princesa dos braços do pai. Estes e outros momentos da boda merecem ser captados da forma mais genuína e natural possível. Para isso, nada como recorrer aos melhores profissionais do ramo. A Preto e Prata nasceu em 2011 pelas mãos de Miguel Rosenstok e Pedro Martins precisamente para registar os instantes mais fugazes e, ao mesmo tempo, com mais significado de um casamento, sejam através de uma gargalhada, um sorriso ou algo de muito caricato. O curioso é que cada um destes fotógrafos tem a sua técnica. A vantagem é que se complementam, o excelente é que dão origem a um trabalho único, diferenciado e inesquecível. Um é “Preto”, outro “Prata”.

A Zankyou esteve à conversa com Miguel e constatou o entusiasmo e emoção com que fala da sua arte e da amizade e companheirismo que tem com o seu sócio. “Não escondemos de ninguém que adoramos o que fazemos!“, diz-nos, com um brilho nos olhos. E a Zankyou é testemunha. Testemunhe também a beleza das suas fotos…

Entretanto, fique para ler a nossa entrevista e deixe-se embrenhar pela história destes profissionais.

Quando e como surgiu o vosso projecto?

Eu e o Pedro Martins, também sócio da Preto e Prata, já nos conhecíamos há alguns anos, embora nos dedicássemos a áreas diferentes da fotografia: eu mais dedicado aos casamentos e fotografia publicitária desde 1998, ele ao foto-jornalismo. Em 2011, em conversa de café, queixei-me ao Pedro dos custos elevados que estava a ter com o arrendamento de estúdio, sempre que necessitava de fazer um trabalho. Nessa mesma semana, o Pedro ligou-me a pedir que eu fosse ter com ele a um certo sítio. Quando lá cheguei, ele mostrou-me uma loja com um esplêndido potencial para se adaptar a estúdio, e propôs-me sociedade. Nasceu assim o nosso projecto que, com o tempo, se tem especializado cada vez mais em fotografia de casamentos.

Que serviços oferecem aos noivos? 

Nós fazemos reportagem fotográfica, com estilo à escolha. Como somos dois fotógrafos, conseguimos oferecer aos nossos clientes dois estilos completamente diferentes, mas que se complementam. Como somos especialistas em fotografia, decidimos não nos dedicar ao vídeo. No entanto, trabalhamos em estreita parceria com videografos especializados em casamentos. Servimos de ponte entre estes e os nossos clientes.

E que material entregam?

Entregamos todos os ficheiros digitais, editados e prontos a imprimir, bem como álbuns produzidos pelos mais sofisticados e modernos processos. Dispomos também de lindíssimas caixas para arquivo de fotografias e adoramos grandes fotografias de sessões fotográficas extra emolduradas, para decorar aquela parede mais despida lá de casa.

Que tipo de reportagem caracteriza o vosso trabalho?

Podemos considerar que o nosso trabalho é um estilo misto de foto-jornalismo editorial e Fine Art Wedding, com um toque moderno, glamouroso e cheio de romantismo. Por norma, gostamos que os nossos clientes tenham um misto equilibrado dos dois estilos. Seja como for, os noivos podem sempre nos dizer a qual dos dois estilos devemos dar mais ênfase. Assim, todos os nossos trabalhos resultam num portefólio único e personalizado para cada casal, espelhando de forma fiel todas as emoções e alegrias do dia de casamento.

O que mais vos agrada na reportagem de casamentos?

Não escondemos de ninguém que adoramos o que fazemos! Fotografar casamentos é, provavelmente, uma das disciplinas mais complexas da fotografia, mas, na nossa opinião, também a mais gratificante. O fotógrafo de casamentos tem de ser capaz de registar acção, arquitectura, retrato e naturezas mortas. Além disso, tem de saber lidar com noivas nervosas, mães em pânico e convidados meio perdidos. Mas não só! O fotógrafo precisa de ser bom em relações humanas e, no meio de tudo, só tem uma oportunidade para fazer o seu trabalho. Não se pode repetir! Por outro lado, é um privilégio testemunhar o nascimento de novas famílias. É gratificante poder partilhar estes momentos tão emotivos com todos os presentes e poder contribuir para que estes momentos efémeros e espontâneos de genuína emoção e felicidade sejam eternizados e preservados para sempre.

O que vos distingue da concorrência?

Muitas coisas nos distinguem da concorrência, diríamos mesmo tudo. Mas os pontos mais importantes são:

  • A forma como fotografamos e a nossa constante preocupação em não transformar os casamentos numa interminável sessão fotográfica.

Queremos que os nossos clientes vivam ao máximo o seu grande dia. Por isso, desenvolvemos métodos para tornar tudo mais célere e, ao mesmo tempo, garantir imagens perfeitas.

  • As nossas reportagens de casamentos contam, de forma visual, uma história com princípio meio e fim. Estão longe de ser apenas uma compilação de fotografias ao acaso.
  • Apostamos na personalização extrema.

Os tempos do one size fits all já vão longe! Cada cliente é único, e os nossos sabem bem o que querem. Por isso, gostamos de manter uma grande proximidade com eles, planeando tudo para que nada falhe. Só assim, o resultado final sairá de acordo com a expectativas dos noivos.

  • Apostamos também num eficaz e célere serviço de pós-produção.

Por fim, temos o objectivo de entregar os trabalhos num prazo máximo de 60 dias.

 

Há alguma história que vos tenha emocionado particularmente desde que estão no mercado dos casamentos?

Qualquer fotografia é um registo de informação subjectiva e, por isso, poderá ter leituras diversas consoante o espectador da mesma. E isto comprova-se nesta história que vos vou contar. Há alguns anos, num casamento, escapou ao nosso controlo de qualidade uma foto tirada durante a cerimónia religiosa. Estava muito má! Na foto, em primeiro plano, estavam os noivos no altar. No segundo plano, o pai e a irmã da noiva, padrinhos e alguns familiares mais chegados. O “clique” aconteceu no preciso momento em que a noiva estava a humedecer os lábios e, por isso, foi apanhada com a língua de fora. Em situações normais esta foto seria uma candidata ao caixote do lixo, mas, por algum motivo, escapou ao nosso controlo e foi apresentada aos noivos. Para nosso espanto, os noivos encomendaram aquela mesma fotografia e, ainda por cima, num tamanho considerável. Telefonámos à noiva para nos certificar se não seria engano. Explicámos que a expressão dela não era a mais satisfatória. Mas ela respondeu que a encomenda estava correta e que pretendia aquela fotografia no tamanho indicado. Voltámos a insistir que haviam imagens semelhantes e bastante melhores. Mas a noiva foi peremptória, a imagem era aquela! No momento da entrega do trabalho final, a cliente explicou-nos que a mãe dela havia falecido quando ela e a irmã ainda eram pequenas. O pai delas ficou sozinho, não voltando a refazer a sua vida com outra pessoa. Tomou como sua prioridade de vida a educação delas assegurando que nada lhes faltasse. Mas a vida não foi gentil com ele, tornando-o numa pessoa dura e de poucos sorrisos. A noiva contou-nos que aquela era uma das fotos preferidas de toda a reportagem, porque o pai aparecia com lágrimas de felicidade nos olhos e, ao mesmo tempo, com um grande sorriso, algo que ela já não via há anos!

Que dicas podem dar aos noivos para que posem melhor nas fotografias do seu casamento?

Primeiro, que descansem o mais possível nos dias anteriores ao casamento e se livrarem de todos os potenciais factores de stress. Segundo, que confiem no profissional que escolheram para o seu grande dia. Ele certamente terá a experiência e o treino para retratar os seus clientes no seu melhor. Quando se contrata um profissional, a questão de ficar bem na fotografia é responsabilidade do fotógrafo e não do cliente independentemente de se ser alto, baixo, magro, gordo loiro(a) ou moreno(a).

Quais os ingredientes de sucesso para uma boa reportagem de um casamento?

Deve haver empatia entre o fotógrafo e os noivos, muita comunicação e obviamente uma grande dose de boa disposição no dia do evento.

Com que antecedência é que os noivos vos devem contactar?

Existem algumas datas mais concorridas. Por exemplo, o último fim-de-semana de Julho e o primeiro de Setembro. Nestas datas, devem contactar-nos com pelo menos um ano a um ano e meio de antecedência. Para os Sábados em época alta (de Maio a Outubro), deverão contactar-nos com um ano a seis meses de antecedência. Para Sextas e Domingos, basta contactarem-nos com seis meses de antecedência.

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