Sete comédias românticas para ver e rever… e rever… e rever… e rever!

Poucos períodos na vida de uma pessoa são tão românticos como o que antecede o dia do casamento. Em tributo a esses dias de romantismo exacerbado e felicidade inabalável, vamos ver (ou rever) sete das melhores comédias românticas de sempre. Desafie a sua cara-metade para uma maratona de filmes num domingo à tarde e delicie-se com alguns dos maiores clássicos do cinema.

A cena mais famosa do filme Um Amor Inevitável. Foto When Harry Met Sally Facebook

Aproveite que alguns destes filmes têm cenas de casamentos nas quais se pode inspirar para que o seu seja ainda mais memorável. Pronta para o nosso top 7?

7 – Abaixo o Amor

Renée Zellweger e Ewan McGregor em Abaixo o Amor. Foto bijoukaleidoscope.blogspot.com

Renée Zellweger e Ewan McGregor são os protagonistas. Casal improvável mas que resulta. Não seria preciso mais para um filme resultar do que estes dois gigantes do cinema actual, ele um legado da geração Transpotting e ela uma nova Meg Ryan das comédias românticas! Felizmente, o filme que Peyton Reed realizou não depende só dos actores principais e tem também cenários incríveis, um argumento muito espirituoso e o “twist” que qualquer boa comédia deve ter! Uma homenagem às screwball comedies que lhes faz justiça a elas e a nós nos faz rir! A ver e rever! Nem que seja para voltar a ouvir a voz de Judy Garland, já que é o famoso tema Down With Love que dá nome ao filme e serve de motivo à banda sonora.

O argumento? É a história de uma escritora do interior dos Estados Unidos que escreveu um livro chamado Abaixo o Amor e um jornalista/playboy que tem de escrever uma peça sobre o livro em questão. Mas será só isso?

6 – Guerra é guerra

Reese Witherspoon, Chris Pine e Tom Hardy no filme Guerra é Guerra. Foto This Means War facebook

Dois agentes da CIA apaixonam-se pela mesma mulher. Reese Witherspoon, Chris Pine e Tom Hardy são o triângulo amoroso que dá razão ao provérbio que diz que “na guerra e no amor, vale tudo!”. Despretensioso e simples, não espera que a imprevisibilidade seja o seu trunfo (porque o filme é, de facto, tudo menos imprevisível) mas lida muito bem com o argumento espirituoso e cheio de gags à moda antiga (mas com efeitos especiais).

Ok! O filme tem as suas vulnerabilidades (como se houvesse sequer necessidade de uma escolha entre o Tom Hardy e o Chris Pine…! Tom Hardy sempre, claro!) e a mulher por quem ambos se apaixonam é interpretada pela Reese Witherspoon (que verdade seja dita está no seu melhor neste filme), mas cumpre os requisitos: diverte e emociona!

5 – (500) Dias com Summer

Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanal. Foto 500 Days of Summer Facebook

Posso ser só eu, mas qualquer coisa com o Joseph Gordon-Levitt merece (muita) atenção. O miúdo deixou de ser um calhau há muito e só tem aparecido em filmes de encher a medida aos mais exigentes. Este não é excepção. Realizado por Marc Weber mas escrito por Scott Neustadter e Michael H. Weber, narra elipticamente a história de amor entre um escritor de postais (aspirante a arquitecto) e a personagem de Zooey Deschanel (quem é que não se apaixonaria por ela?). Mas cuidado, o aviso é dado cedo: o filme não é uma história de amor, embora fale muito de amor. Ternurento como poucos, merece ser visto e revisto e revisto e revisto…

4 – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Audrey Tatou na pele de Amélie Poulain. Foto Amelie Facebook

Ah! L’amour! Jean-Pierre Jeunet acertou “na mouche” com esta comédia romântica francesa que conseguiu o que poucos filmes europeus algum dia conseguiram: a atenção inquestionável dos norte-americanos… Audrey Tatou é Amélie Poulain, uma empregada de mesa parisiense que tem uma vida (não tão) secreta como anjo da guarda de todos os que a rodeiam. Especialmente, do homem que ama secretamente e que conquista da forma mais romântica de sempre. Premiado como poucos (e de facto merecedor de todos os BAFTA, César e Óscares que ganhou) terá sempre um lugar entre os filmes mais inspiradores de todos os tempos.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain conquistou o mundo. Foto Amelie Facebook

PS: Se for a Paris e passar pelo Sacré Couer, lembre-se de procurar pelo menos uma das setas… Não percebeu? Veja o filme e vai compreender tudo.

3 – Um amor inevitável

Meg Ryan e Billy Crystal numa das cenas mais famosas de sempre. Foto When Harry Met Sally Facebook

Homens e mulheres podem ser amigos? Eis a pergunta central do filme. Apesar de Rob Reiner (o realizador do filme) não dar uma resposta fechada à questão, dá-nos muitas outras coisas com este clássico atemporal. O quê? Um Billy Crystal genial, uma Meg Ryan adorável, uma cena de orgasmo mítica num café em Nova Iorque e uma banda sonora das mais divertidas de sempre.

O filme narra a história de dois desconhecidos que se tornam “conhecidos”, depois amigos e finalmente amantes. Isto ao longo de muitos anos e de muitas peripécias. “I like potato, you like potato!”

2 – Casamento escandaloso

Casamento Escandaloso. Foto Wikipédia

Baseado na peça teatro homónima (escrita por Philip Barry) é talvez a melhor comédia de Katharine Hepburn (empatada possivelmente com o muito menos famoso filme As Duas Feras, em que a diva das divas também contracena com Cary Grant). Realizado por George Cukor e com James Stewart e Cary Grant como os dois pretendentes de uma Katharine Hepburn mimada e deslumbrante (Tracy Lord) o filme cumpre todos os requisitos de uma screw ball comedy. TODOS!

Katharine Hepburn e James Stewart. Foto The Philadelphia Story Facebook

Para as resistentes aos filmes em preto e branco, fica a dica: resistam! Poucas comédias são tão verdadeiramente deliciosas como esta. E desde 1940 (quando o filme foi rodado) já muitos tentaram – e falharam – fazer melhor.

1 – O Despertar da Mente

Jim Carey e Kate Winslet no Despertar da Mente. Foto The Eternal Sunshine of the Spotless Mind Facebook

Algures entre a comédia romântica e a ficção científica a puxar ao surrealismo, bem ao estilo Charlie Kaufman, O Despertar da Mente está no nosso topo de hoje porque merece. Jim Carey interpreta um romântico incurável, disposto a tudo para esquecer (e quando dizemos esquecer, dizemos retirar cirurgicamente da sua memória) a ex-namorada, a ligeiramente-neurótica-mas-deslumbrante Kate Winslet (aqui uma personagem feminina poderosa e com o melhor nome de sempre: Clementine).

Clementine no Despertar da Mente. Foto The Eternal Sunshine of the Spotless Mind Facebook

A essência do filme parece simples mas não se deixem enganar. O cérebro humano é muito complexo e a “lovely Clementine” não vai desvanecer sem dar a devida luta. É que há memórias, há impressões e há coisas que até a própria razão desconhece…

Há por aí mais comédias que merecem-se um lugar no top das melhores comédias românticas? Partilhe connosco a sua opinião. Estamos sempre à procura de bons filmes para colocar na nossa to see list

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