Os 22 vestidos de noiva mais charmosos de Karl Lagerfeld para a Chanel

Rest in Peace, Karl Lagerfeld! Nesta ocasião triste nós relembramos os mais belos vestido de noiva do famoso e icónico estilista.

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O Kaiser da moda, Karl Otto Lagerfeld, mais conhecido por Karl Lagerfeld, morreu na manhã desta terça-feira no Hospital Americano de Paris, onde foi internado na segunda-feira.  O designer da Chanel, para quem a “Elegância é uma atitude”tinha 85 anos, deixando um enorme vazio na fashion industry.

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Inspiring, intriguing and sometimes provocative: "Karlism" quotes invite you to see the world through the designer's eyes. #AccordingtoKarl

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Já no último desfile da maison, na cidade luz, em janeiro, o criador não surgiu no final da apresentação para agradecer ao público, como é habitual, enviando em seu lugar Virginie Viard, diretora do Chanel Fashion Creation Studio e seu braço direito, que irá inclusivamente sucedê-lo. Uma situação que, na altura, a marca atribuiu ao cansaço do estilista, mas que levantou inúmeras especulações em torno do seu eventual estado de saúde. Uma editora de moda da Vogue disse mesmo não se lembrar de Lagerfeld ter perdido um único desfile nos seus 35 anos na Chanel.

Nascido em Hamburgo, numa família burguesa a 10 de setembro de 1933, Lagerfeld dedicou toda a sua vida à moda, tendo atingido o auge da sua carreira quando chegou à direção da mais emblemática das maisons de mode, a Chanel, em 1983. Foi também nessa altura que ganhou a maior popularidade, tornando-se conhecido mesmo para quem não tinha contacto com universo da moda.

Não gostou de ser criança, como confidenciou em entrevistas – “a minha infância foi muito simples. Só queria ver-me livre daquilo e ser crescido. Não houve nada de que me possa queixar, não tive traumas, mas nunca brinquei com as outras crianças, só fazia desenhos e lia.”, terá dito – e a sua paixão pela moda começou em 1949, quando acompanhou a sua mãe a um desfile da Dior.

O primeiro passo na sua carreira deu em 1954, após ter ganho um concurso do Secretariado Internacional da Lã, onde tinha de criar três peças – um fato de homem, um vestido e um sobretudo – para a casa Balmain, que o convidou para trabalhar no seu ateliê, onde permaneceu até 1962. Em paralelo, em 1959 foi convidado para diretor artístico de outra prestigiada maison de couture, a Jean Patou e, aos poucos foi afirmando o seu génio, sempre muito à frente do seu tempo, mas que soube dosear para não corromper o legado das casas para as quais trabalhava.

Em 1965, Lagerfeld juntou-se à marca de luxo italiana Fendi, para a qual ainda hoje contribuía como diretor criativo, ao lado de Silvia Venturini Fendi, que representa a terceira geração da família. Durante a década de 1960, começou também a colaborar com a Chloé, da qual se tornou diretor criativo em 1974, mantendo uma relação próxima com a mesma até ao final do século.

É na década de 1980 que entra na Chanel e na altura dizia que trabalhava 16 horas por dia e que era feliz por o fazer. Ficou 35 anos na casa de moda francesa. Em 1984, fundou a sua marca epónima, que entretanto ganhou um alcance global.

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Eu sou como uma caricatura de mim próprio e gosto disso”, dizia Lagerfeld, um homem com um estilo muito próprio e autêntico, muito devido ao cabelo impecavelmente branco e penteado numa poupa com um laço de veludo e os óculos escuros, que nunca tirava porque dizia que “gostava de ver e não de ser observado”.

Tinha uma personalidade marcada, tendo crescido no meio da moda com polémicas e quebras de tabú, como quando usou a stripper e estrela de filme porno, Moana Pozzi, para desfilar para a Fendi em 1993, ou usou um verso do Alcorão na coleção Chanel, em 1994, que levou o Conselho Indonésio de estudiosos muçulmanos em Jacarta a pedir um boicote à marca. Sem filtros para os media, era capaz de produzir comentários profundamente controversos, como na altura em que uma revista alemã anunciou passar a preferir mulheres “comuns, realistas” em vez de modelos de medidas exigentes, e o criador disse, sem rodeios, que a decisão tinha sido tomada por “mamãs gordas sentadas frente à televisão, com os seus pacotes de batatas fritas a dizer que as modelos magras são feias”. Mais recentemente chamou a cantora Adele de “gorda demais” e o mundo caiu-lhe em cima.

Hoje, na Zankyou, fazemos a nossa homenagem à vida de um dos estilistas mais revolucionário, inovador e icónico das últimas décadas, admirando os seus mais belos vestidos de noiva desenhados para a maison francesa Chanel, com modelos que vão desde calças modernas ao vestido de princesa romântico. Porque Karl Lagerfeld será também lembrado como um ícone excecional da moda nupcial!

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