Entrevista – O casamento da Pipoca mais Doce

Convite de Casamento da Pipoca Mais Doce - Moldes Convites
Convite de Casamento da Pipoca Mais Doce - Molde Weddings

Estamos muito contentes de apresentar às nossas leitoras as primeiras Guest Bloggers do Zankyou! As Joanas da Molde Weddings, foram escolhidas para fazer os convites da Pipoca (Ana Garcia Martins), autora do divertido e sempre actual blog A Pipoca Mais Doce. O blog tornou-se livro e durante a apresentação do mesmo a Pipoca foi pedida em casamento! De seguida apresentamos a entrevista realizada pela Moldes Weddings à Pipoca sobre a preparação e organização do seu casamento. Se também vai casar em breve, veja o nosso top para os vestidos de noiva para 2011.

“Para quem acompanha o blog da jornalista Ana Garcia Martins sabe que a Pipoca Mais Doce vai dar o nó e está neste momento a preparar o seu casamento. A Molde Design Weddings levanta o “véu” da Pipoca e desafia-a para umas perguntinhas acerca da sua experiência.

1.E tudo começa com o pedido de casamento…conta-nos a tua experiência! Como correu?

Apesar de o tema casamento já ter sido falado várias vezes, o pedido apanhou-me completamente desprevenida. Fui apresentar o meu livro ao Porto, na Fnac do Norte Shopping, e no final da apresentação disseram-me que havia um leitor que queria fazer uma pergunta. Eis senão quando o vejo levantar-se no meio da audiência e começar a ler um texto que me tinha escrito. Nem aí eu desconfiei. Só quando ele se ajoelhou à minha frente e me apresentou um anel (seguido da pergunta “queres casar comigo?” ) é que eu percebi o que estava a acontecer.

E foi assim que uma Fnac inteira ficou a saber que eu me ia casar, mesmo antes dos meus pais e amigos. Mas foi original e inesquecível, é um facto.

2.Tendo em conta o que já preparaste até aqui, com quanto tempo de antecedência é que aconselhas a organização do casamento?

Começámos a tratar das coisas com um ano de antecedência e achávamos que ainda faltava imenso tempo. Mas afinal não era, porque é preciso reservar os espaços com muita antecedência. Alguns dos sítios que vimos já não tinham nenhum sábado disponível em 2010. Acho que o espaço é o mais prioritário. O resto vai-se fazendo. Um ano é um bom tempo para se fazer tudo com calma. No nosso caso, temos até calma a mais. Acredito que no final vamos andar a correr à conta de tudo o que ainda nos falta.

3.Qual foi para ti a parte mais fácil da organização do casamento? E a mais difícil?

O mais fácil foi dizer “sim, quero casar”. O mais difícil é gerir tudo o que há para tratar. E ainda são algumas coisas. Logo nos primeiros meses tratámos do espaço e da igreja, e o resto foi ficando, ficando. A pouco mais de dois meses para o casamento ainda nos faltam as coisas mais pequenas, e acho que isso é que dá mesmo trabalho. Escolher músicas, leituras, entregar convites, definir mesas, tratar das decorações, etc. Essa é a parte mais chata ou mais trabalhosa.

4.Tendo em conta que os convites são a “imagem” do casamento que se avizinha e dada a vossa tão conhecida (e esperada) criatividade, o que têm dito os convidados acerca dos mesmos?

Assim que entregamos os convites perguntamos às pessoas “não é o convite mais espectacular que já viram?”, o que as obriga logo a dizer que sim, que é muito giro e original. Mas, fora esta “obrigação”, acho que as pessoas acham o convite realmente original.

5.A menos de 3 meses do grande dia tens ainda muitos assuntos pendentes?

Assim de repente, falta-me tratar dos acessórios (brincos, pulseiras), cabelo, maquilhagem, presentes para os convidados, algumas burocracias, lua-de-mel, escolha de leituras e tratar de algumas surpresas para a festa.

6.A despedida de solteira foi memorável? Ouvimos falar em algo muito original, queres partilhar algumas experiências ou sugestões?

Uma vez que tenho sete madrinhas de casamento, estou à espera que me preparam uma despedida nunca antes vista (e que não inclua strippers, preferencialmente). Entretanto resolvi fazer-lhes uma surpresa e ofereci-lhes uma sessão fotográfica nas ruas do Bairro Alto e do Chiado.

7.E o vestido foi “amor à primeira vista” ?

Não. Toda a gente me dizia que quando vestisse o “meu” vestido saberia que era aquele, mas não senti nada disso. Dos 10 ou 15 vestidos que experimentei em três lojas, acho que me imaginei a casar com quase todos eles. A primeira loja que visitei foi a Rosa Clará da avenida da Liberdade, e os vestidos que provei ultrapassavam os três mil euros, o que me pareceu um verdadeiro abuso.

Sempre disse que não ia ser uma daquelas noivas que perde a noção do que é razoável. E como não senti que tinha de ser mesmo um daqueles vestidos, apesar de todos serem giros, decidi ir ver mais. O que escolhi, numa loja da avenida de Roma, acabou por custar metade disso e acho que terá exactamente o mesmo efeito que um Rosa Clará. Era um vestido que nem sequer me tinha prendido a atenção no catálogo, mas as madrinhas insisitiram imenso para eu provar… e acabou por ficar aquele.

Depois desse dia, só voltei a ver o vestido passados seis meses, e estava cheia de medo de já não lhe achar grande graça, mas não. Como já experimentei um tamanho mais pequeno e ajustado ao meu corpo, ainda o achei mais bonito. Acho que tem a ver comigo: é romântico mas, ao mesmo tempo, contemporâneo. E, mais importante do que tudo, não é cai-cai. Nos últimos 30 casamentos a que fui todas as noivas usaram cai-cai, por isso sempre disse que queria casar com qualquer coisa diferente.

8.Os sapatos são de facto a “dor de cabeça” da noiva?

Acho que para a maioria das noivas o pior é mesmo o vestido. Para mim, que sou fanática por sapatos, queria usar qualquer coisa especial nesse dia. E qualquer coisa que desse para usar mais vezes. Pedi a uma amiga que foi a Madrid que fosse à Manolo Blahnik e ela comprou-me um modelo que sempre gostei. E não, não são brancos!

9.Que destino sugeres para a Lua de Mel?

Selo A Pipoca Mais Doce
Selo A Pipoca Mais Doce

No nosso caso, vai ser Bahamas e Nova Iorque, mas também tinhamos pensado na Tailândia e na Polinésia Francesa. Tudo depende daquilo que os noivos querem fazer. No nossoaso, queríamos muito ir para um destino paradisíaco, mas também não somos adeptos daquela coisa de ficar duas semanas a olhar para o mar, por isso decidimos combinar praia com cidade.

10. Com ou sem véu?

Depende. No meu caso, será com véu, mas um muito simples. Acho que fica bonito na igreja e dá outro ar ao vestido.”

Obrigada Joanas e Felicidades Ana!

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