Alecsandra & Filipe: eles tiveram DOIS casamentos diferentes!

Alecsandra & Filipe: eles tiveram DOIS casamentos diferentes!

Conheceram-se a nadar.... na Alemanha. A celebração do seu amor teve duas cerimónias uma no país de Alecsandra a civil no país do noivo em Portugal. A praia de Sesimbra foi o cenário idílico escolhido para momentos memoráveis.

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O amor aconteceu a praticarem natação na Roménia e nunca mais se separaram. O destino uniu o Filipe e a Alecsandra, ele português e ela romena. Os The Framers registaram os momentos inesquecíveis de uma das cerimónias de casamento…Sim, porque existiram duas, uma religiosa na Roménia e a civil em Portugal. A celebração civil foi mais descontraída, passearam pela capital e desfrutaram de momentos idílicos na praia de Sesimbra.

Zankyou: Como se conheceram?

Noivos: Conhecemo-nos nas piscinas de Heslach em Stuttgart. Eu – Filipe – na altura fazia três treinos de natação semanalmente e duas vezes por semana, às terças e sextas, a Alecsandra ia também lá nadar. Certo dia, ela foi para a piscina com um joelho lesionado e estava a nadar bruços. Como joelho lesionado e bruços não vão de mãos dadas, sugeri-lhe que experimentasse nadar crawling. Como ela não sabia, ofereci-me para a ensinar. E a partir daí, as duas vezes por semana que estávamos na piscina, passávamos a nadar, juntos.

Zankyou: Como foi o pedido de casamento?

Noivos: Foi durante a minha – diz o Filipe – primeira visita à Roménia. Tínhamos regressado de Brașov. Estávamos em casa dos pais dela. Uma amiga da Alecsandra tinha-me ajudado a fazer a tradução de inglês para romeno. Estávamos a jantar à mesa, tiro a minha cábula do bolso e fiz o pedido antes de o jantar começar, com os pais dela presentes, claro. O pedido acabou por ser mais ao pai dela que a ela. Na realidade ela nunca disse que sim.

Zankyou: Como foi a organização do casamento? Tiveram ajuda?

Noivos: Mais ou menos. Nós tivemos duas cerimónias. A civil foi em Lisboa, a religiosa na Roménia (Brașov). Em ambas as situações, a família ajudou um pouco, mas nós planeámos tudo à distância, pois vivemos na Alemanha. Planear à distância não foi fácil, deu muita dor de cabeça. Nós discutíamos o que queríamos e eu – diz o Filipe – ia traduzindo para português e organizando em Portugal. Em Lisboa, a confirmação do restaurante foi somente uma semana antes do evento! Houve convidados que surgiram à última hora até! O casamento civil foi um pouco mais relaxado e menos planeado, mas de qualquer modo, não é algo que aconselhamos a nervos mais voláteis.
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Zankyou: Qual a escolha mais difícil e mais fácil? Porque decidiram escolher os The Framers, recomenda?

Noivos: Não diríamos que tivemos que fazer escolhas difíceis ou fáceis. Tivemos foi processos difíceis pois temos nacionalidades distintas. Aí é que as burocracias entraram em jogo. Tínhamos um plano que se foi desenvolvendo com o tempo e à medida que foi sendo desenhado pesquisávamos um pouco e tirávamos duas ou três soluções. Estas foram feitas de modo a que qualquer uma delas conseguisse facilmente satisfazer os nossos desejos. A primeira a dizer que sim foi a que ficou.

Menos os fotógrafos, por acaso. A escolha dos fotógrafos não foi difícil. Eu – diz o Filipe – fui colega de escola dos dois – do Rodrigo desde o primeiro ano da primária, da Filipa no secundário – e como sabia que eles estavam em fotografia, nem hesitei um segundo em pedir-lhes para retratarem o nosso casamento. Além do mais, já tinha visto alguns dos seus trabalhos no facebook. Não desiludiram nem um instante! Nós não fazíamos a mínima ideia do que era suposto acontecer, mas a Filipa fez com que tudo parecesse fácil e natural.

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Zankyou: Onde foram buscar inspiração? Houve tema para o casamento?

Noivos: Não houve tema para o casamento. A inspiração veio mais da tradição. Somos os dois imigrantes e ao imigrar é natural uma pessoa estabelecer mais laços com a tradição e cultura do seu país. Como estávamos em Portugal, o mar é para mim tradição e cultura. Essa era a única imposição, estarmos perto do mar e aproveitar ao máximo o que este nos oferece. Além do mais Sesimbra tem aquele ambiente típico costeiro, tornando tudo muito agradável.
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Zankyou: Como foi o grande dia? O que acharam do registo do vosso casamento? Recomendam?

Noivos: O grande dia passou a correr e muito depressa. Foi tudo tão rápido… Nenhum de nós tem recordação completa do dia. Somente de momentos. Há inclusive fotografias que tirámos, estávamos cientes delas, mas não temos recordação de as ter tirado. Olhando para trás, foi uma correria completa. Certamente que um casamento não é uma festa para os noivos mas sim para os convidados! Esses é que têm a sorte de aproveitar e saborear o dia! Mas sim, é claro que é uma festa que se recomenda.

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Zankyou: Se pudessem, mudavam algo?

Noivos: Talvez o prestar mais atenção ao nosso dia e não correr tanto. Mas julgamos que isso é praticamente impossível não fazer. Também é de recomendar tratar das coisas com a maior antecedência possível. Nunca é cedo demais!

Zankyou: Lua-de-mel?

Noivos: Nim. Tínhamos planeado ir até ao Sri Lanka, mas ainda não tivemos oportunidade. Primeiro porque decidimos fazer a lua-de-mel após a cerimónia religiosa, que se realizou um ano depois do civil, mais ou menos. Entretanto, terminada a cerimónia religiosa o meu – diz o Filipe – doutoramento entrou na fase final, que requer atenção e concentração total, não dando margem para muito mais na vida. Mas antes do casamento civil tivemos uma semana nos Açores, onde passeámos e demos uns mergulhos no mar. Não é oficial, mas acho que conta como uma pseudo lua-de-mel.

Desejamos-lhe a estes noivos tão apaixonados, a maior felicidade do mundo e agradecemos a simpatia por ter respondido tão rápido ao nosso questionário!

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