Apetitoso casamento!

Felizmente ou infelizmente, a recepção aos convidados após uma maravilhosa e doce cerimónia, é praticamente obrigatória. Em moldes mais tradicionalistas ou menos convencionais, os convivas não esperam comer. Mas temos de admitir: depois de horas a preparar o look perfeito (e não apenas a título pessoal, porque muitas vezes, temos pequenitos irrequietos a que uma mãe, por exemplo, não deixa de dar atenção), e de assistir à vossa felicidade – que é sem dúvida o mais importante – qualquer humano “normal” sentirá fome. É inevitável! (É inevitável mesmo que vocês, enquanto noivos não sintam fome… Ou não tenham vontade de comer!..)

Se já escolheram o local do vosso copo-de-água, e quer esse tenha exclusividade no que respeita ao serviço de catering ou não, então é tempo de pensarem em ementas, condições e claro, custos. Existem uma série de considerações a fazer a respeito:

– Tenham consciência de que, necessariamente, grande parte do vosso orçamento é dispendido aqui. Poderão fazer ajustes no que diz respeito a ementas pré-concebidas, isto se vos for permitido, numa tentativa de minorar o custo. Tenham também consciência que essa poderá não ser a melhor das alternativas.

A época do ano influencia o tipo de pratos que podem/devem ser servidos no casamento. Nos meses de Primavera e Verão, pratos mais leves e frescos. Nos meses de Outono e Inverno, ementas aconchegantes.

É importante ser consensual. É mesmo. Vocês podem adorar cabrito ou leitão. Assim como bacalhau ou marisco (de toda a espécie!). Ou refeições étnicas. Ou gourmet. Isso não implica que todos os convidados gostem. E que uma opção dessas vá agradar a todos. E ainda dentro das preferências dos comensais, devem ter em atenção à existência de intolerantes a determinados alimentos, ou de elementos que estão obrigados a um determinado plano alimentar.

– A título de pormenores (sempre maiores!..), tenham um menu, uma ementa, disponível para consulta, em cada mesa, se os convivas se dispuserem por mesas, ou à entrada do espaço que irá acolher o buffet. Qualquer pessoa gosta de saber o que está a comer e por que motivo. (Sim, porque um prato pode ter uma história!..)

Questionem a equipa de catering ou o chef, conforme o caso, da possibilidade de marcarem uma prova de degustação. Na maioria dos casos, é algo que é tido em conta e está incluído no “lote” de serviços prestados, felizmente para vocês! Tenham em conta que cozinhar para meia dúzia de casais – é normal que as provas sejam conjuntas – é diferente de cozinhar para uma centena de convidados. Por isso, esperem um óptimo sabor, mas não um sabor exactamente igual aquele que vos espera no dia do casamento.

E por último:

A base de tudo, e em tudo, é a confiança. Por isso, confiem. Escutem quem faz e quem o faz bem.

E a propósito disso, também eu, na ânsia de escutar, de aprender, estive à conversa com o Chef José Avillez – um dos mais conceituados chef’s de cozinha portugueses, agraciado com diversos prémios internacionais e inúmeros livros publicados. Uma referência portanto.

1 ) Gastronomia, comida, cozinha. Chegou até elas ou elas chegaram até si?

Desde que me lembro, sempre gostei de comer. Foi esse gosto que levou a que me interessasse pela cozinha. Quando era pequeno, a primeira coisa que fazia quando chegava a casa depois da escola era ir à cozinha ver o que ia ser o jantar. A cozinha é uma paixão que me acompanha desde sempre.

2 ) Posso perguntar-lhe qual é a sua especialidade/especialidades?

É difícil responder. Todos os pratos que crio para o Belcanto, para o Cantinho do Avillez, para o Café Lisboa e para a Pizzaria Lisboa são pratos de que gosto muito. Posso dizer que o prato que mais gosto é Bacalhau à Brás. Ao longo dos anos fui aperfeiçoando a receita e, hoje, sirvo a minha receita de Bacalhau à Brás no Café Lisboa.

3 ) Aprecia trabalhar com noivos? Porquê?

Gosto muito. Provavelmente a maioria das pessoas não sabe, mas o José Avillez Catering foi o primeiro negócio que criei enquanto chef. Os casamentos são momentos únicos. É extraordinário fazer parte de um dia tão especial e inesquecível.

4 ) Na actualidade, o que acha que procura um casal num menu de casamento?

Pela nossa experiência, o que os noivos procuram é um serviço de catering no qual possam confiar e que esteja à altura ou ultrapasse as suas expectativas. Em termos de menu, é muito variável. Depende muito do gosto dos noivos, do estilo de casamento…

5 ) Contemporâneo, consensual ou irreverente? Na hora de decidir, mediante um número de convidados muitas vezes extenso, como decidir? Qual é o segredo do sucesso?

O segredo é escolher um menu de que se goste, com qualidade, que possa ser servido a um determinado número de convidados, de acordo com as condições logísticas disponíveis e que esteja adequado ao estilo de casamento. Servir um catering não é o mesmo que servir um almoço ou um jantar num restaurante. No entanto, um catering também pode ser memorável.

6 ) Existem menus, digamos assim, específicos, para cada época do ano ou consoante o local do evento? É importante existir comunhão entre o que rodeia os noivos?

É importante que os noivos gostem do menu, que o menu esteja adequado às expectativas, ao contexto e às condições logísticas disponíveis. O catering faz parte de um conjunto. É muito importante ouvir os noivos e perceber o que esperam.

7 ) A qualidade paga-se. Concorda com esta afirmação ou entende que em tudo é possível uma adaptação orçamental sem a perder de vista? Qual é o valor médio de um serviço de catering por pessoa?

Para nós, independentemente do estilo de catering e do número de pessoas, o mais importante é a qualidade. Só trabalhamos com bons produtos e procuramos oferecer o melhor serviço. O valor médio varia muito consoante o estilo de menu, o local, o número de pessoas…. Não é possível indicar.

8 ) Que perguntas e de que se devem assegurar os noivos, na hora de contratualmente assumir um compromisso com um serviço do género?

Acho que os noivos não deviam ter de se preocupar em fazer perguntas. O meu conselho é que escolham um serviço de catering de qualidade, que seja uma ajuda e não uma preocupação, que recolha todas as informações necessárias, que apresente uma proposta completa em termos menu, serviço, horários…

9 ) Se amanhã lhe dessem liberdade de construir um menu de casamento, sem qualquer tipo de restrição ou entrave, o que serviria aos comensais?

Serviria o que os noivos mais gostassem de comer procurando ultrapassar as suas expectativas.

10 ) Servido o evento, o que lhe fica na memória e no coração?

A satisfação dos noivos. É o mais importante.

A par do caríssimo Chef José Avillez, a quem agradeço toda a simpatia a disponibilidade, nada como anotarem mais alguns contactos – eu sou vossa amiga sim? -: Banquetes António Duarte, 6.º Sentido Catering & Events, Adão Gomes Eventos. É que quem sabe, sabe!..

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