Lua-de-mel na China: um passeio pelo país mais simbólico do Oriente

Lua-de-mel na China: um passeio pelo país mais simbólico do Oriente

O país que mais rápido nos remete para o Oriente é também um mistério por causa de todos os segredos que contém na sua imensidão. Em lua-de-mel, é uma aventura total.

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A China, graças à sua cultura ancestral, vem enriquecendo o mundo há séculos, motivo pelo qual é considerados o berço da nossa civilização. Além disso, preserva um património natural de qualidade inquestionável, com os seus dois ambientes contrastantes, mas igualmente belos. Tudo somado, este país asiático é um dos mais procurados para luas-de-mel exóticas, sempre com uma nova aventura à espera em cada esquina.

Se você quiser conhecer uma cultura completamente diferente da ocidental, aproveite sua viagem de lua-de-mel para sonhar acordado.

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Foto via Shutterstock: Sean Pavone

Dados importantes

Devido às diferenças entre o Oriente e o Ocidente, viajar para a China é uma aventura em todos os sentidos. Portanto, os viajantes devem preparar-se para as viver e saber o que precisam para que corra tudo bem, sem percalços.

A China é o país mais populoso do mundo, com quase 1400 milhões de habitantes. Ao lado da Índia (muito semelhante em questões populacionais), excede em muito o terceiro país da lista, os Estados Unidos da América, com 300 milhões de habitantes. Além disso, a China é o terceiro país de maior dimensão do mundo. Como vê, você terá de se organizar muito bem neste maravilhoso “caos”, para se deslocar entre cidades, voos e comboios baratos.

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Shanghai. Foto via Shutterstock: huyuss

Para ir à China, você precisa de um visto, que custa cerca de 120 euros no próprio país, um pouco mais se o tiverem de enviar para sua casa em Portugal, e apenas 80 euros se o mandar vir pela Internet. A língua oficial é o mandarim. O inglês (língua internacional) não é falado, a não ser em grandes hotéis ou espaços pensados para turistas (ou em cidades especiais como Hong Kong). Você pode sempre apostar na linguagem gestual, o pior é que até esta forma de comunicação é diferente na China.

A troca de moeda será favorável para si, se a fizer em solo chinês. Também é melhor nem pensar em fazer pagamentos com cartão, porque este só é aceite em alguns (muito poucos) lugares para turistas.

Quanto ao clima, há grandes diferenças entre o norte (mais frio), onde se situa Pequim, e o sul (mais quente), lar de Xangai. A época de chuvas acontece entre junho a setembro. Como tal, aconselhamos que visite o país na primavera (abril e maio) e no outono (final de setembro e outubro). Claro que convém casar nessas alturas do ano!

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Guilin. Foto via Shutterstock: aphotostory

Natureza, templos e tecnologia

O melhor que um país pode oferecer é uma mistura de ambientes, um contraste que pode criar todo o tipo de sensações. A China tem essa característica, porque reúne uma lendária tradição histórica e espiritual, progresso tecnológico, espaços naturais mágicos e autênticas iguarias culinárias. Assim, surgem cenários tão diversos como a Grande Muralha da China, a cidade de Xangai e Hong Kong ou o Parque Jiuzhaigou.

É na China que estão as cidades mais habitadas do mundo… E algumas das mais impressionantes! Entre as mais conhecidas estão Pequim (a capital), Xanghai (a mais povoada e segunda a nível mundial, com mais de 30 milhões, incluindo a sua área metropolitana) e Hong Kong (Região Administrativa Especial da China). Esta última é uma das mais modernas do mundo. Também é de destacar outras de menor importância a nível internacional, mas igualmente belas, como Suzhou e Macau (também região especial).

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Hong Kong. Foto via Shutterstock: ESB Professional

A China é também um dos lugares mais importantes do mundo em termos de tradição religiosa. Aqui, coexistem o budismo, o taoismo, o confucionismo e a religião tradicional chinesa. Mas há muito mais para dizer sobre este país, tão rico a nível cutural, populacional e religioso… Entre os principais representantes da cultura nacional, destaque para o Templo Shaolin, a vasta Cidade Proibida, habitada por imperadores do país há mais de 500 anos, o Grande Buda de Leshan, esculpido nas rochas e tido como a mais alta estátua de Buda no mundo, ou o Palácio de Potala em Lhasa (Região Autónoma do Tibete, também pertencente à China).

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Leshan Giant Buddha. Foto via Shutterstock: AAR Studio

No que diz respeito à natureza, a China tem lugares de uma beleza mística muito especial. Destacam-se o Parque Jiuzhaigou, o Parque Zhangjiajie, a bela região de Yunnan, as formações montanhosas selvagens de Yangshuo e, com uma breve contribuição humana, os terraços de arroz de Guilin ou os Jardins Clássicos de Suzhou. Nos centros de conservação de Chengdu, você pode apreciar a maravilha do espaço e ainda o cuidado para com alguns animais em perigo de extinção, como o panda, a estrela indiscutível do local.

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Jiuzhaigou Park. Foto via Shutterstock: SAHACHATZ

Top 5 dos locais de maior interesse

1. Pequim – A capital da República Popular da China é uma loucura, com os seus mais de 20 milhões de habitantes a lhe darem vida e movimento. Esta cidade combina tradição lendária e modernidade na sua máxima expressão. Ora veja: tem como como lugares-chave o Templo do Céu, a Cidade Proibida, a Praça Tian’anmen ou o Mausoléu de Mao Zedong. Além disso, tem arranha-céus de deixar qualquer um de queixo caído, lojas de alta tecnologia, com inovações de alto nível a serem apresentadas sempre em primeira mão.

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Foto via Shutterstock: ESB Professional
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Foto via Shutterstock: Zhao jian kang

2. A Grande Muralha. Esta é a principal atração da China… E não é para menos! Com 21 mil quilómetros de extensão e 10 séculos de construção (entre o V e o XV), é uma obra arquitetónica que pode ser avistada de vários pontos do país: de Pequim, Simatai e Jinshanling (menos frequentada) e Badaling (mais visitada).

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Foto via Shutterstock: zhu difeng

3. Yunnan. Uma das regiões mais naturais e enriquecedoras da China é composta pelos seus famosos e impressionantes campos de arroz de Yuangyang e o Garganta do Salto do Tigre – o rio com maior profundidade do nosso planeta. Mas além dessas fantasias da natureza, Yunnan abriga o esplendor intacto das antigas cidades de Dali, Shaxi, Lijiang ou Shangri, bem como o dom dos costumes das minorias étnicas que povoam a área.

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Foto via Shutterstock: Alex Brylov

4. Templo Shaolin. Este é apenas um dos muitos templos que dão vida à componente espiritual do país. Você pode apreciar a tradição religiosa do templo através de seus pagodes, os edifícios típicos da cultura asiática ligada ao budismo que, neste lugar, se sucedem numa fila sagrada e bastante longa. Em Shaolin, você também pode praticar as tão conhecidas artes marciais que ajudaram a dar a conhecer o local, a nível internacional.

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Foto via Shutterstock: Skreidzeleu

5. Xi’an. A cidade de Xi’an tornou-se tão importante por se situar no extremo leste da famosa Rota da Seda e, nas últimas décadas, por causa dos Guerreiros de Terracota – 8 mil figuras de soldados e da sua cavalaria, em tamanho natural. Curiosamente, estas peças foram encontradas por acaso por um lavrador, na década de 70, veja lá. Como pode ver pela imagem, estas figuras foram esculpidas para guardar o Mausoléu do Primeiro Imperador Qin, que tinha o objetivo de continuar a liderar as suas tropas depois da sua morte.

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Foto vía Shutterstock: Heidi Becker

A China é um país remoto e distante, perdido na imensidão do planeta. Precisamente por esse motivo, viajar até lá de lua-de-mel é uma aventura na verdadeira acessão da palavra, um passo em direção à história mais autêntica e mirabolante do mundo.

Mas há outros países também bastante interessantes para desfrutar com a sua alma gémea. É o caso da Tailândia, também no Oriente, ou no Alasca, já no Ocidente.

Se continua com dúvidas, saiba como escolher o destino para a sua lua-de-mel.

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