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Alucine com os vestidos mais extravagantes e peculiares da Gala Met 2018

A gala do Metropolitan Museum de Nova Iorque (Met) – que anualmente reúne na primeira segunda-feira de maio dezenas de celebridades – dá sempre que falar!

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A gala do Metropolitan Museum de Nova Iorque (Met)  que anualmente reúne na primeira segunda-feira de maio dezenas de celebridades – dá sempre que falar! Com uma temática concreta, há quem lhe chame Óscares da Moda, e quem nela participa faz geralmente jus ao protocolo estabelecido, deslumbrando (ou chocando!), com as maiores excentricidades possíveis. Na noite de ontem, que decorreu sob o tema “Corpos Celestiais: a Moda e a Imaginação Católica”, o assunto parecia complexo, polémico e altamente estrambólico… mas mais uma vez não dececionou! Nem mesmo quando o tema é a relação da moda com o catolicismo, que encheu a passadeira vermelha de crucifixos, auréolas, rendas, mitras papais, bordados, brocados, vermelho cardeal e dourado…muito dourado!

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A ideia para a exposição era inicialmente focar a ligação entre a moda e cinco religiões – islão, budismo, hinduísmo, judaísmo e catolicismo –, mas o curador Andrew Bolton decidiu focar-se apenas nesta última.

E quem teve maior sucesso não foram as melhores vestidas, pelo menos do ponto de vista estético da moda tal como o conhecemos, mas sim as que chamaram mais atenção ou as que melhor aplicaram a temática do evento. Entre elas, como não podia deixar de ser, Rihanna, que se inspirou no Papa (sim, verdade!) para seguir a temática religiosa. A obra de Martin Margiela despoletou comentários em todo o mundo, críticas e elogios, havendo quem a apontasse como a “rainha” da passadeira vermelha e outros que classificaram o look de “Papa Sexy” demasiado revelador, juntando-se aos mais conservadores que se apressaram a criticar não só a sexualização da religião, bem como o tema do próprio evento, que consideram “apropriação cultural”.

Quem também sobressaiu e levou o tema à letra foi Katy Perry, com um vestido curto e dourado, desenhado por Versace, inspirado num anjo, com enormes asas e tudo, colocando-se no topo das extravagâncias. Neste patamar, destaque também para Sarah Jessica Parker, que levou um opulento vestido dourado Dolce & Gabanna e uma enorme peça de altar com um presépio incorporado, para alguns algo exagerada.

Apesar de serem quase sempre as mulheres a destacarem-se neste tipo de acontecimentos bizarros, Jared Leto, agindo qual Jesus Cristo num fato azul, com uma estola e coroa dourada, formou a Santíssima Trindade com Lana del Rey e Alessandro Michelle.

Outras celebridades, como Diane Krueger, Amber Heard, Nicky Minaj, Madonna ou Cara Delevigne, também se excederam com a sua habitual dose de bizarro, enquanto muitas outras se ficaram entre a elegância e a ornamentação à las divas de Hollywood, sem se destacarem como as anteriores. Entre elas, Blake Lively ou Jennifer López, e inclusivamente Kim Kardashian, que normalmente é conhecida pelos seus exageros e que nesta noite passou mais desapercebida, com o seu estilo de sempre, num vestido justo, limitando-se a levar uma cruz, sem recorrer a plumas, nem flores, nem nada estranho.

Amal Clooney dividiu opiniões. Houve quem a considerasse a mais bem vestida mas – e apesar do marido parecer completamente “babado” com a beldade que seguia ao seu lado –  há quem a tenha criticado pela escolha das calças azuis que trazia por baixo e o corpete prateado com um estampado floral. Para além de que era um look que nada tinha de Celestial.

O evento também deu lugar à normalidade que, aqui sim, foi bela para a vista, mas aborrecida para o evento em causa, sobretudo em comparação com as alunas mais aplicadas. Porque Irina Shayk, Emma Stone, Emilia Clarke, Kendall Jenner ou Miley Cyrus (sim Miley entra nesta categoria, embora custe a crer) brilharam como recém caídas do céu, mas sem se relacionar minimante com a temática.

Deste rol da simplicidade, a vencedora foi Kylie Jenner. Com efeito, a jovem de exuberante não tinha nada e não seguiu, de todo, o tema da gala, apresentando-se com um vestido preto comprido, sem alças e com um fecho lateral.

Balanço final: como sempre, uma gala única, surrealista, mas necessária no mundo do espetáculo, sobretudo depois dos eventos de inverno, muito mais sérios. Por vezes, um pouco de picante na vida sabe tão bem!…

Veja também como foi o evento o ano passado e leia: Gala MET 2017: as melhores e as mais mal vestidas. Fique atenta ao nosso ranking!

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