8 livros geniais e muito românticos: porque hoje é o Dia dos Namorados

Sempre se ouviu dizer que os livros de amor são peças literárias para mulheres. Mas como na Zankyou somos alheios a preconceitos e sexismo, decidimos juntar uma série de joias literárias, tanto clássicas como modernas, para celebrar o Amor neste dia 14 de fevereiro e dar-lhe algumas ideias para oferecer à sua cara-metade, seja ela homem ou mulher, seja para a surpreender hoje, amanhã e sempre! Aqui vai a nossa seleção de grandes peças.

Jacob Lund
Foto: Jacob Lund

O Amor nos Tempos de Cólera (Gabriel García Márquez, 1985)

Esta história de amor demonstra que o tempo nem sempre enterra os sentimentos. Fermina Aza, a nossa protagonista feminina, manteve intacto durante 50 anos o seu amor por Florentino Ariza, apesar de estar casada com outro homem. O livro centra-se, precisamente, nesse amor, mais concretamente nos últimos anos de vida, quando o tempo, apesar da sua teimosia em acabar com tudo, nem sempre o consegue. Um retrato daquilo que deve ser o amor: paciente.

O Amor nos Tempos de Cólera

Expiação (Ian McEwan, 2001)

Numa casa de campo muito luxuosa, a vida acontece, idêntica a todos os ambientes mais endinheirados. Mas a realidade muda no dia mais quente do verão de 1935, em que Briony Tallis, de 13 anos, vê a irmã Cecília despir-se e mergulhar na fonte que existe no jardim da sua casa. É também observada por Robbie Turner, um amigo de infância que, à semelhança de Cecília, voltou há pouco tempo de Cambridge. Depois desse dia, a vida das três personagens muda para sempre. Uma paixão desencadeada entre Cecilia e Robbie, a imaginação de Briony que os fará de vítimas, assim como o surgimento da Segunda Guerra Mundial, que tornará impossível as diferentes histórias.

Os caminhos dos personagens implicados unem-se e separam-se à correspondente ilusão e desespero que se contorcem nesta obra genial.

Expiação

O Amante (Marguerite Duras, 1984)

Uma das maiores características das novelas de amor é a paixão que se respira ao longo da sua leitura. Tal como aquela que é protagonizada pelo casal deste livro com idades díspares (ele tem o dobro da idade dela, que tem apenas 15 anos), nomeadamente uma jovem francesa pobre e um senhor abastado e importante da Indochina, território onde se desenrola a ação. Para além disso, falamos de uma história pseudo autobiográfica, vivida pela própria autora.

O Amante

A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol (Haruki Murakami, 2013)

Quase todas as novelas de Murakami mergulham no passado dos personagens, na solidão, no amor e na paixão. Decorrem dentro e fora do Japão, desde cidades até bosques, tendo especial importância os meios de transporte nos quais os seus personagens embarcam até os seus destinos.

Nesta delicada e magna história, Hajime e Shimamoto retomam em adultos uma amizada e atração que teve início na adolescência, uma relação caracterizada pelo mistério, a incoerência, os sonhos e um halo místico típico das obras deste génio japonês.

A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol de Haruki Murakami

O Grande Gatsby (F. Scott Fitzerald, 1925)

Um clássico e uma das obras mais admiradas de todos os tempos. No livro O Grande Gatsby o estilo da alta sociedade americana da década de 1920 está perfeitamente representado, com todas as festas, os excessos e o luxo como os principais elementos decorativos, sendo Jay Gatsby a sua figura mais importante, um multimilionário que todos os sábados reúne na sua luxuosa mansão, localizada numa das zonas mais ricas das praias de Long Islande, centenas de pessoas que procuram as suas famosas e sumptuosas festas, frequentadas por escritores, produtores de cinema, stars, desportistas, gangsters e raparigas bonitas em busca de ascensão social.

O que ninguém sabe é que Gatsby sofre por um amor do passado, Daisy, que acaba por reencontrar, mas já casada. O dilema desta jovem será o centro desta trama narrada por Nick Carraway, vizinho de Gatsby. Lealdade, traição, glamour, ostentação, reviravoltas, covardia, egoísmo… O Grande Gatsby tem tudo isso e muito mais.

O Grande Gatsby

A Solidão dos Números Primos (Paolo Giordano, 2008)

Embora não se trate propriamente de uma história de amor, os seus personagens demonstram que este sentimento não é exclusivo dos casais romanticamente envolvidos. Por vezes, as pessoas que se perdem devem encontrar seres iguais para dar sentido à sua vida. É o que acontece a Mattia e Alice, dois seres incompreendidos, atormentados, traumatizados e com uma sensibilidade superlativa face à vida, que se parecem com aqueles números especiais, a que os matemáticos chamam “primos gémeos”, que estão separados apenas por um número par, próximos, mas incapazes de se tocarem realmente.

A Solidão dos Números Primos

A Culpa é das Estrelas (John Green, 2012)

Entramos no campo da temática adolescente, com uma história dura mas necessária. Porque cruzar os caminhos da vida por culpa de uma doença não é um prato de bom gosto, mas sim bom material para nos emocionarmos e aproveitarmos os pequenos momentos da vida e as boas histórias. Os jovens que protagonizam esta dolorosa história em particular não só nos relembram o valor da vida e como a devemos aproveitar, como nos ensinam, sobretudo, a lutar até ao fim. Para o conseguirmos, às vezes o amor é o melhor escudo – e a melhor arma.

A Culpa é das Estrelas

Eleanor & Park (Rainbow Rowell, 2012)

Dois inadaptados. Um amor extraordinário. Eleanor… é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo roliça e ruiva, e com a sua forma estranha de vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos. Park… é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado nos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa a mudar quando Park aceita que Eleanor se sente ao seu lado no autocarro da escola. A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco nasce uma genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor aparece. Porque o amor é um superpoder.

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