As diferenças entre o amor adolescente e o amor adulto

O amor tem mil e uma formas de se manifestar. Não há um momento perfeito, nem um local preciso. Não entende sexos, nem classes sociais… Mas se há algo de que o amor não faz a pequeníssima ideia: a idade. Ele aparece, muitas vezes sem avisar, caso tenhamos quinze ou quarenta anos. Se o amor decide entrar na nossa vida, nada nem ninguém o pode parar!

No entanto, a vida e a experiência são diretamente proporcionais e, por isso, este é o motivo pelo qual encontramos algumas (tantas!) diferenças entre o amor adolescente e o amor adulto.

Créditos: Mary Me Eventos | Foto: João Almeida

O amor adolescente

Durante a adolescência vivemos numa mudança continua. Sofremos uma metamorfose progressiva a nível geral, que nem sempre é fácil de gerir. Estamos a conhecer-nos, a sentir, a ver e a caminhar por terrenos desconhecidos. Deixamos para trás a idade infantil e damos um salto para outro universo, que tem tanto de excitante como de inseguro. Continuamos a ter normas e horários com os quais vamos fazendo malabarismo e tudo vai bem até que esse sentimento que nos desestabiliza aparece: o amor romântico.

Foto: André Lima Photography

O amor na adolescência é difícil de interpretar. O que é novo cria-nos muitas dúvidas e queremos saber tudo no momento. Somos novos nisto do amor e queremos que tudo seja perfeito, como sempre imaginamos. As courtships na adolescência são uma aventura, mas ao serem iniciantes, os altos e baixos estão na ordem do dia. Misturam-se a ilusão com a frustração… Se as coisas não vão bem, sofremos de forma que “roça” a ficção, porque é mais o que imaginamos do que aquilo que vivemos.

Foto: André Lima Photography

À medida que vamos crescendo, vamos encontrando o nosso caminho e a outra pessoa nem sempre escolhe o mesmo que o nosso ou, talvez, não ande à mesma velocidade que ele. E por isso, geralmente, separamo-nos: porque crescer é inevitável!

O amor na adolescência pode chegar a ser um amor que nunca se apaga da nossa memória, precisamente por ter sido o primeiro. Real ou platónico, ninguém esquece o primeiro amor.

Foto: André Lima Photography

A nossa forma de amar: a favor ou contra?

O amor, como dizíamos ao início, é bastante ignorante. O amor chega a cada um de forma diferente, porque cada pessoa vive-o e sente-o à sua maneira. As circunstâncias são tudo e o amor pode ver-se estragado ou beneficiado por elas. O nosso ontem conforma o nosso hoje e, se tivemos experiências nefastas, tendemos a agir com receio, insegurança ou aversão. Ao contrário, se tivermos tido um passado amoroso positivo estaremos mais predispostos a sentir sem medos e não colocaremos barreiras aos nossos sentimentos.

Em traços largos, o adulto sabe onde quer chegar e como fazê-lo; o que é mais complicado. Fomos ganhando segurança em nós mesmos e, é por isso que às vezes, aumentando a nossa exigência, aumenta também a dificuldade para encontrar alguém que queiramos incluir na nossa vida, que nos mereça de verdade.

Foto: Nuno Belo Photographer

Um amor maduro

Chegamos a um ponto – e apesar de estarmos sempre a aprender – que sabemos o que queremos e, sobretudo, tudo o que não queremos. Caímos e levantamo-nos. Sofremos e aprendemos. Agora o nosso foco não é o de antes, quando parecíamos levados pelo vento. Agora reconhecemos os caminhos e, se nos despistamos, temos ferramentas mais que suficientes para recalcular a rota. Assim, o amor adulto é um amor maduro, comprometido, pausado e profundo.

Foto: Lugares e Momentos

É paradoxal porque o adolescente que fomos está em nós, somos nós mesmos; a diferença é que agora evoluímos e claro, em certas ocasiões é inevitável comportarmo-nos como tal. Outras vezes, rejeitamos essa parte de nós e comportamo-nos como se tivéssemos voltado tudo para trás e vamos cautelosos, caso nos magoem. É fantástico que, ainda nestas alturas da vida, tenhamos uma mochila carregada de coisas boas e más, e que teremos de ir aumentando a capacidade de carga ou libertando espaço quando o amor entra na nossa vida. Superaremos medos, limaremos diferenças e aprenderemos o sentido completo do amor através da sinceridade, o respeito e a comunicação.

Foto: José D’Oliveira – Happiness Happens

Amor, ao fim e ao cabo

E não devemos esquecer que toda esta aprendizagem começou já há alguns anos, no momento em que advertimos que não haviam regras; que a amar se aprende amando. Antes ou agora? Não há um amor melhor ou pior, simplesmente são diferentes. 

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