Quatro crenças falsas sobre os ciúmes para serem banidas JÁ!

Quatro crenças falsas sobre os ciúmes para serem banidas JÁ!

Conheça as crenças falsas sobre o ciúme e afaste-se deste sentimento o mais que puder. Uma coisa é certa, este não tem nada a ver com o amor

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Durante séculos, o Homem pensou que o ciúme era uma consequência do amor… Que se o parceiro/a não tivesse ciúmes dele era porque não o amava o suficiente. Muitas novelas foram escritas com o tema ciúme como background e muitos filmes foram feitos, transmitindo uma conotação positiva a esse sentimento. Pense, por exemplo, em Humphrey Bogart e nas suas míticas cenas de ciúme, acompanhadas de paixão e desejo. Há mesmo quem diga que se deve provocar ciúmes no parceiro para que este se mantenha sempre ao seu lado.

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Foto: Momento Cativo

Ainda hoje, muitas dessas crenças persistiram. Não é difícil encontrar pessoas que continuam a incluir os ciúmes no “pacote” do amor, quando, na realidade, são estes dois conceitos não se podem associar. A confusão reside na crença cultural de que o amor vem acompanhado do sentimento de “pertença”. Ou seja, pensa-se que quando se ama e se tem um relacionamento com alguém, essa pessoa lhe pertence.

Quando se trata de manter um relacionamento saudável e duradouro, é importante estabelecer alguns conceitos base sobre o ciúme e descartar as crenças FALSAS:

1. “Ter ciúmes é amar mais”

Primeiro que tudo, tem de banir esta ideia. Lá por ser ciumento, não quer dizer que gosta mais ou menos da sua namorada. Na verdade, quando uma pessoa é ciumenta é porque está numa fase de baixa autoestima ou insegurança. Por exemplo, se você achar que não merece a sua parceira, fica automaticamente inseguro e pensa que não pode confiar nela, porque ela não teria razões para lhe ser fiel. Já fez uma autoanálise?

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Foto: Filipe Santos – Fotografia

2. “O meu companheiro pertence-me”

Em segundo lugar, devemos saber que o ciúme está mais relacionado com um sentimento de propriedade do que outra coisa. Só que amar não é sinónimo de posse. Lá por amar a sua namorada, não quer dizer que ela seja sua propriedade. Isso tem de ficar claro nas mentes mais teimosas. Não se pode forçar um relacionamento. De certeza, que nunca viu uma relação, feito à base de ciúme, vingar, pois não? Mais dia, menos dia, a coisa termina… Mal! Na sua obra satírica “The Devil’s Dictionary“, Ambrose Bierce define o ciumento como “uma pessoa preocupada indevidamente em preservar quem pode perder, quando não vale a pena mantê-la“.

Quando somos capazes de assumir que o amor não nos dá direitos sobre a pessoa amada, conseguimos, por um lado, sentir menos ciúmes e viver um amor mais livre. Por outro, nunca daremos a conquista do nosso parceiro como terminada. E isso é um desafio que sabe bem percorrer. Nós damos é a possibilidade do nosso parceiro nos escolher e descobrir um pouco mais de nós todos os dias. Jorge Bucay define o amor como “a decisão de trabalhar ativamente pela liberdade de outra pessoa, para que ela possa escolher o que quer fazer com sua vida, mesmo que não me inclua“.

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Foto: Across the Mountains

3. “Mude de atitude”

A terceira reflexão a ter em mente é que quando você sente ciúmes, a solução nunca está em obrigar o seu companheiro a mudar de atitude, mas sim, em fazer uma autoanálise e tentar perceber por que razão está com ciúmes. Pode ser baixa autoestima ou o facto de já ter sido traída por namorados anteriores. Também pode ser porque na sua família há algum histórico de traições… Depois de tomar consciência do que a faz ser ciumenta, terá que trabalhar nessas crenças para ultrapassá-las. Só assim conseguirá ver-se livre delas e desfrutar de um relacionamento mais livre e saudável.

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Foto: Ruy França Photographer

4. “Temos que fazer tudo juntos

Eis outro mito. Não tem que estar sempre colada ao seu parceiro. É essencial deixar-lhe espaço suficiente para que tenha na sua vida outras pessoas para amar, como amigos, filhos, família em geral. Essa atitude, com base na confiança, é que proporcionará estabilidade emocional e bem-estar à vossa relação. Se o “prender”, já é meio caminho andado para que a vossa vida a dois termine em breve. Como tal, é aconselhável que pratique o oposto do ciúme. Pode parecer difícil, mas não. Vai ver que assim conseguirá gozar muito melhor da companhia do seu grande amor.

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Foto: Momento Cativo

Em resumo, para que os ciúmes não estraguem relações, é muito importante que mudemos os conceitos preconcebidos sobre o que deve ser uma relação. Lá por formar um casal não quer dizer que a sua vida já esteja formada. Há ainda um longo caminho a percorrer, sempre com consciência e liberdade de escolha: se quer ou não manter-se em determinada relação, por exemplo.

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