Vantagens e inconveniente de um casamento com crianças

Aqui na Zankyou adoramos de crianças! Se calhar, não tanto quanto as bruxas Hansel e Gretel, mas estamos conscientes de que os miúdos transmitem uma alegria especial e bastante única. No entanto, nos últimos tempos, a sua presença nos casamentos tem vindo a diminuir.

Essa tendência é tão significativa, muitas vezes por vontade dos pais, que na altura de começarem a organizar a boda, os noivos já ponderam se devem ou não convidar os filhos dos seus amigos e familiares. Parece politicamente incorrecto pedir para os convidados se descartarem dos miúdos, mas também seria hipócrita não admitir que certos pensamentos menos positivos passam pela cabeça dos anfitriões da festa: “e se eles incomodam a minha avó, com os seus gritinhos e corridas loucas? Como vê, esta é uma questão mais complexa do que parece.

Vamos, portanto, analisar as vantagens e desvantagens de um casamento sem miúdos.

Vantagens

– As crianças são a alegria da casa (ou do jardim, como queira). Elas animam qualquer noite quando são engraçadas, especiais e criativas. A sua presença alegre espalha-se por todo o espaço da boda. De tal forma, que até os adultos se começam a sentir crianças outra vez. Os seus sorrisos e gargalhadas são contagiantes.

As crianças com um grau de parentesco mais próximo dos noivos não podem mesmo faltar, porque o casamento seria menos casamento sem elas. Claro que não pode impedir a presença do seu sobrinho favorito! Mas isso significa que vai ter de abrir as portas aos filhos dos seus amigos. Um casamento total merece a presença de todos os que ama e respectivas “crias”.

– Melhoram as fotos. Todas as crianças emanam um brilho único, tão especial quanto o cheiro de um bebé. Por isso, são um elemento fulcral para ilustrar uma bela foto. Ficam sempre bem, são todas bonitas e transmitem aquela inocência que os adultos perdem com a idade.

–  Evita transmitir uma imagem social negativa. Num mundo de aparências e meias verdades, falar sem rodeios ou comportar-se de forma diferente, geralmente, é condenado, mesmo por quem pensa da mesma maneira (mas não admite). Você acabaria por entrar no terreno do politicamente incorrecto e a sua atitude seria motivo de conversa durante séculos.

– Escusa de ouvir um “não”. Muitos dos seus convidados com filhos poderiam não aceitar o convite, caso lhes dissesse para não levarem os miúdos. Poderiam sentir-se ofendidos. Afinal, os seus meninos fazem parte do pacote. Eles vão para onde os pais andam. Se não quiser que o seu amigo de infância falte ao seu Grande Dia, é melhor pensá-lo como um pacote de cinco pessoas. Ele, a mulher e os três pimpolhos.

– Permite que os seus convidados se sintam mais à vontade. Como já deve ter percebido, as pessoas podem sentir-se pressionadas, quando lhes é imposto algo, como um dress code (código de vestimenta). As pessoas sentem-se reprimidas, com receio de não conseguirem corresponder ao pedido. As regras conhecidas (a tradição) não incomodam, mas quando os convidados são confrontados com uma realidade desconhecida, pensam duas vezes se devem ou não aceitar o convite. As pessoas preferem sentir-se livres desde o início. O mesmo acontece com os filhos. A novidade de terem que se despegar deles, mesmo que seja por um dia, pode fazer com que sintam que os seus filhos estão a ser rejeitados: “se os meus meninos não são bem-vindos, eu também não sou“.

Inconvenientes

– Menus especiais. São poucos os miúdos que gostam dos clássicos menus de casamento. Fazem bola com a comida ou recusam-se a meter uma garfada à boca. Ficam estremunhados e olham para o lado, começando a escorregar da cadeira. Um filme! De tal forma, que os caterings de casamento já começaram a fazer aqueles menus, sem piada nenhuma, com a comida que os miúdos comem sempre: hamburguers ou douradinhos e bocadinhos de pizza. Nem são nada saudáveis, mas pronto! Os pais também precisam de se divertir um bocado, sem andarem a correr atrás dos petizes com um garfo na mão. “Abre a boca, Manel“.

Algumas são irritantes/incómodas. Se são muito pequenas, choram por tudo e por nada. Se são mais crescidas, também choram porque sim e porque não. Ainda por cima, até parece que fazem de propósito. Choram precisamente nos momentos menos próprios, como no momento “sim”. Se optam por não fazer birras, correm, sem olhar, dão encontrões, levam as mesas dos banquetes pelos ares. Enfim, um terror!

– Não conseguir descomprimir nem um bocadinho. Um casamento é um momento perfeito para desfrutar da companhia do marido, familiares e amigos. Isso implica deixar para trás os biberões e as nódoas de ketchup. Ir a um casamento sem filhos, por mais cruel que possa parecer, é perfeito. Afinal, todos merecemos uma noite de diversão ilimitada. Embora não estejamos a favor de abusar dos avós, não seria má ideia deixar os seus filhos com os seus pais, para que se possa divertir à grande e sem limites no casamento da Rita e do João.

– Miúdos desconhecidos. Birras, traquinices e algumas faltas de educação em crianças que mal conhece ainda é mais irritante. Mas se for útil para si convidar o seu chefe, nada de lhe vir com essa regra do “nada de miúdos”. O feitiço poderia cair sobre o feiticeiro e, em vez, de ganhar pontos, ainda correria era o risco de ir parar à lista das possíveis despromoções ou cortes de ordenado. O melhor é “engolir” com mais este sapo. Pois é, no trabalho é o que faz mais… Mas você é que quis dar graxa ao chefe!

Crianças ou não, eis a questão. Sim, este seu dilema até poderia dar uma peça de Shakespeare. Mas como ele não escreveu nada sobre o tema, o melhor é ponderar bem sobre as vantagens e desvantagens que lhe apresentámos e fazer você mesma a opção. Se se ficar pelo “sim”, saiba como domar as feras. Vai ver que não é assim tão complicado.

Entretanto, veja também o nosso vídeo com dicas para vestir as crianças que marcarão presença no dia do vosso casamento, assim como algumas atividades que as manterão animadas!

E já agora, conheça as 50 formas de ver o casamento pela mente de uma criança! Ajudou? Ficou-se pelo sim ou pelo não?

Se for convidada e não souber como vestir o seu menino para a cerimónia (também convidado), nós damos uma ajudinha.

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