Os 10 erros que as noivas cometem ao escolher o vestido de noiva.

O meu coração agitava-se naqueles breves segundos. O meu vestido, o meu vestido. Ainda hoje, acho que ele faz parte de um sonho – e provavelmente, faz mesmo – e ainda hoje o meu coração reage da mesma forma. Havia um sonho em mim. Um sonho que se tornou palpável. O meu sonho.

Desenganem-se. A minha forma apaixonada de falar, não significa de todo que foi fácil. Chegar “ao” vestido definitivamente não foi das minhas mais fáceis “tarefas”. Acho que como a generalidade das noivas, encontrei uns inúmeros obstáculos. Vindos talvez de onde menos esperava.

Sendo que a experiência nos torna sempre um pouco mais ricos, assim como a partilha, hoje trago-vos 10 erros – os 10 erros que eu considero de vital importância e para os quais devem estar prevenidas, preparadas e atentas. Não estão necessariamente por ordem de importância – já que todos tem a mesma – e por isso leiam bem cada um deles. Não se descurem e não descurem a escolha do vosso vestido de noiva!..

Foto: Berço das Noivas

1. Deixar que a ansiedade se sobreponha à racionalidade: a generalidade das noivas, assim que faz alavancar os preparativos, sonha, suspira, anseia pelo vestido de noiva. Tanto, que por vezes, com mais de um ano de antecedência, acabam por ter uma sede de experimentar vestidos de noiva, incontrolável. (Eu passei por isso!..) Não é boa ideia “correrem” para a primeira loja de noivas que vos surge. O mais importante dos motivos que o justifica: irão passar meses – todo o tempo que tiverem a separar-vos do casamento – a interrogarem-se se fizeram a escolha certa ou não. (E a delirar com outros modelos que viram na Zankyou!)

Controlem o vosso coração, e procurem a vossa primeira loja, a vossa primeira marcação para se envolverem com os vestidos de noiva, uns seis meses antes do casamento. O tempo certo para uma escolha acertada.

2- Deixar que terceiros (muitos terceiros!) influenciem a vossa decisão: a mãe, as irmãs, a sogra, as cunhadas, as primas, as melhores amigas… (O cão, o gato, o periquito…) Atenção: ter uma opinião de alguém que não a nossa própria consciência pode ser, claro, extremamente útil. Não quer dizer é que essa opinião (ou outra qualquer) seja pertinente!.. Ou é a mãe que imaginava outro tipo de vestido, ou a sogra que gostava de algo que não fosse tão… Atrevido… (Posso dizer assim?) O vestido é para vocês, noivas.

Isto não é frieza nem leviandade. É puro realismo!.. Se pretendem ter por perto alguém que se emocione com vocês, sejam criteriosas na escolha, e subtilmente imponham limites às pretensões de quem vos acompanha.

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Foto: Borsini

3. Não respeitar o seu próprio estilo: se no dia-a-dia, são habitualmente mulheres comedidas, simples (e simples não quer dizer sem graça!) porquê (porquê minhas senhoras?) deixarem de o ser no vosso dia de casamento?

Se há traços que vos definem porquê renovarem por completo todos esses traços e a forma como os outros vos vêem e conhecem? Porquê darem a vocês mesmas a possibilidade – de um dia, muitos anos mais tarde, ao olharem para as memórias do vosso casamento – de não se reconhecerem e não se reverem? (E até de pensarem: “Meu Deus, onde tinha eu a cabeça?”) Aceitem e reconheçam que há uma medida que é vossa e abracem essa medida. Não queiram ser mais ou menos do que realmente são, todos os dias.

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Foto: Linhas Simples

4. Esquecer o orçamento na hora de comprar: pronto, têm vestido, “o” vestido dos vossos sonhos. Certificaram-se de que ele encaixa no vosso orçamento? Ou simplesmente estão vocês – e quem vos acompanhou na escolha – em lágrimas (de alegria) mas ainda assim, não sabem se poderão levar a compra avante? É preciso muito bom-senso, nesta situação e depois de saber qual o custo real do sonho, para dizer que não é possível.

Não é possível porque apesar de ser o vestido perfeito, ele simplesmente não encaixa na vossa baliza de “valor a gastar”. É preciso bom-senso também – e é até indicado – que previnam este tipo de situação. Assim quem vos atende não perde tempo à procura de algo que à partida não querem e vocês não choram com as expectativas “furadas” – ao invés de chorarem de alegria.

Definam desde logo, no início do vosso atendimento que têm um determinado valor-barreira que não pretendem ultrapassar. (Não vos quero desiludir, mas apesar de ser o vestido de uma vida, é um vestido que usarão, no máximo, meia dúzia de vezes – no máximo! Vale a pena endividarem-se, colocarem-se numa situação financeira desconfortável – principalmente com as soluções que o mercado vai oferecendo – por “isso”?)

5. Optar pelo primeiro vestido que acharam bonito (só porque encaixa naquele artigo que leram sobre as silhuetas de vestido de noiva que melhor se adaptam a si): diz-se que não há amor como o primeiro. Mas porquê arriscar? Também dizia Vasco Santana – no filme A Canção de Lisboa – “Chapéus há muitos!”.

Existe uma infinidade de marcas, assim como uma infinidade de modelos de vestidos de noiva. Cansem-se de experimentar, quando tiverem esgotado todas as hipóteses, quando souberem de cor porque é que o vestido de linha sereia fica bem e o vestido de linha princesa não fica tão bem assim. Essa é a certeza de que estão a escolher bem, de que a vossa decisão é rica e completa.

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Foto: Micaela Oliveira
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Foto: Micaela Oliveira

6- Perder a noção de que um vestido faz parte de um todo: folhos, rendas, pedraria, aquele decote, aquela cauda e aquelas costas de espartilho sem vista. Sobra dentro disto espaço para um belíssimo par de sapatos? Ou para aqueles maravilhosos brincos? Não. Nem sequer sobra espaço para vocês, enquanto mulheres e noivas!.. Sabem aquela velha máxima “o menos é mais”? Bem, aplica-se aqui!.. Vocês são as noivas e tudo bem, admito: devem estar deslumbrantes!.. Mas devem brilhar por si!..

7. Esquecer a ambiência e a data do casamento: se o casamento é na praia porquê optar por aquele vestido “pesadão”, digno de um conto de fadas numa igreja imponente? Se o casamento é no Inverno porquê a ausência de um agasalho? Disse e repito que o vestido é para vocês, noivas, e em boa verdade, vocês não são peças do casamento. Mas bem, têm de estar minimamente confortáveis nele e dentro dele certo? E se casar em Dezembro, já não é sinónimo de chuva, assim como casar em Agosto já não é sinónimo de um dia de sol radioso, pelo menos não considerar a época do ano em que casam é sinónimo de um ligeiro descuido…

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Foto: Noivissima

8. Não considerar o tecido de confecção do vestido: o vestido sai da loja – ou do atelier – maravilhoso. Pronto a usar, brilhante e deslumbrante. E no entanto, ao vestir, logo depois de vestir, e dos primeiros braços que nos envolvem, amarrota, engelha. Desconfortável ao toque e agora resta-nos um dia – um dia inteirinho – na sua companhia. E as fotografias?.. Como vão ficar as fotografias?.. (Olhem só, todas as questões que se levantam só por causa do tecido!..) Se necessário, questionem sobre a qualidade do material usado e do seu provável comportamento com o uso quando e a quem adquirirem o vestido. Sejam assertivas mediante a resposta que vos for dada.

9. Não ser realista com o espelho: numa qualquer loja de roupa, perante todos aqueles espelhos, temos a coragem, para nós e para os outros, de dizer: “Oh Deus, que peça de roupa horrível! Quer dizer, horrível em mim!”. Porque é que com um vestido de noiva, não somos capazes da mesma coisa? Sim, porque admitam – eu também passei por isso – há vestidos que simplesmente não assentam bem naquela noiva que vimos de relance a entrar na igreja (ou naquela fotografia que a colega de trabalho vos mostrou). Convosco não é diferente. O vosso corpo tem uma forma que é favorecida com determinados cortes e não devem esquecê-la. Não é milimétrico nem absolutamente fiável dizer que os vestidos de linha baile, por exemplo, só ficam bem a mulheres-noivas com uma anca mais larguinha, mas é certo: o “trabalhar” de um vestido de noiva depende das vossas medidas e cai de forma diferente de mulher para mulher, favorecendo-a mais ou menos.

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Foto: Vou Casar

10. Desvalorizar o conforto: é, o vestido é lindíssimo. No entanto, aquelas “varetas” espetam na pele e magoam. É, o vestido é lindíssimo. Mas não permite comer aquele apetitoso salgadinho sem ficar com aspecto de quem está a “rebentar pelas costuras”. É, o vestido é lindíssimo. No entanto, não deixa sentar, andar ou dançar de forma “normal”. É, o vestido é lindíssimo. E devem certificar-se que além de lindíssimo, permite serem as noivas! E não apenas simples espectadoras do vosso casamento. Em prova, tirem tempo para sentar, para se mexerem – mesmo que não consigam perceber de que forma o vestido vos vai afectar fisicamente por completo, pelo menos ficam com uma noção mais concreta do que vos espera no dia do casamento.

Estou certa que, agora sim, estão mais que preparadas para a “caça ao vestido”!..

Um último conselho: sejam exigentes nos vossos atendimentos. Convosco e com quem vos atende. Marquem com antecedência para que vos esperem e garantam o tempo necessário. Não se inibam de fazerem as perguntas que entenderem necessárias. Sejam pacientes e saibam escutar.

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Vestido de noiva: Vestidos de Sonho; Make-Up e Cabelos: Sílvia Miranda. Fotografia: Pedro Miranda Photographer
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Foto: Vestidus
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Foto: Vestidus

Sejam exigentes também nos locais que escolhem para vos receber e para vos “abrir as portas” do Mundo dos vestidos de noiva: Berço das Noivas, Vestidus, Sofia Blanc, Micaela Oliveira, Noivissima, Linhas Simples, Vestidos de Sonho, Vou Casar Noivas, Peterziegler ou Borsini, são alguns dos nomes que devem ter em consideração – quer seja à medida quer pronto-a-vestir – na hora de dizer que sim ao vestido da vossa vida.

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